samedi 22 octobre 2005


Neste período em que os deputados estão querendo aprovar a legalização ampla e irrestrita do aborto aqui no Brasil, vejo esta mulher, Gianna Beretta Molla, que virou símbolo (um deles) da luta contra este infanticídio, e penso que rumo a humanidade toma a cada dia. Pensamos cada vez mais em poder, no dinheiro, no quanto conseguimos ter, e esquecemos dia-a-dia, mais e mais, dos pequenos que estão vindo a cada instante, colocando-os no mesmo patamar de lixos, estorvos, enfim...
Que valor tem a vida humana? Muita gente se pergunta isso, se manifesta contra a violência, até mesmo contra a violência feita às crianças, mas lutam pelo direito de assassinarem crianças que ainda não nasceram. Elas são menos crianças só pelo fato de ainda não terem nascido? Alguém só se torna humano a partir do momento em que nasce?
A gente tem muito medo dos bandidos, mas não tem medo de quem luta pela legalização de um crime. É, realmente as coisas andam muito estranhas por aqui... Não foi à toa que esta Gianna, que preferiu arriscar a própria vida em favor da filha que estava por nascer. Porque para ela, a vida era mais importante. Fosse a dela, fosse a daquela criança que ela gerava. Ela morreu uma semana depois do parto, mas sua consciência ficou tranqüila, pois sabia que tinha cumprido a sua missão aqui, e estava oferecendo à filha a oportunidade de viver, de cumprir uma missão também. E é o que ela tem feito.
Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós a Deus! Que pela tua intercessão, esta lei NÃO SEJA APROVADA aqui no Brasil!
Amém!