samedi 22 octobre 2005


Neste período em que os deputados estão querendo aprovar a legalização ampla e irrestrita do aborto aqui no Brasil, vejo esta mulher, Gianna Beretta Molla, que virou símbolo (um deles) da luta contra este infanticídio, e penso que rumo a humanidade toma a cada dia. Pensamos cada vez mais em poder, no dinheiro, no quanto conseguimos ter, e esquecemos dia-a-dia, mais e mais, dos pequenos que estão vindo a cada instante, colocando-os no mesmo patamar de lixos, estorvos, enfim...
Que valor tem a vida humana? Muita gente se pergunta isso, se manifesta contra a violência, até mesmo contra a violência feita às crianças, mas lutam pelo direito de assassinarem crianças que ainda não nasceram. Elas são menos crianças só pelo fato de ainda não terem nascido? Alguém só se torna humano a partir do momento em que nasce?
A gente tem muito medo dos bandidos, mas não tem medo de quem luta pela legalização de um crime. É, realmente as coisas andam muito estranhas por aqui... Não foi à toa que esta Gianna, que preferiu arriscar a própria vida em favor da filha que estava por nascer. Porque para ela, a vida era mais importante. Fosse a dela, fosse a daquela criança que ela gerava. Ela morreu uma semana depois do parto, mas sua consciência ficou tranqüila, pois sabia que tinha cumprido a sua missão aqui, e estava oferecendo à filha a oportunidade de viver, de cumprir uma missão também. E é o que ela tem feito.
Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós a Deus! Que pela tua intercessão, esta lei NÃO SEJA APROVADA aqui no Brasil!
Amém!

samedi 15 octobre 2005


Estou caindo de sono, mas não podia deixar de registrar que nesta sexta-feira, 14/10/05, o Marcelo veio aqui em casa pela primeira vez. Fizemos 3 meses de namoro, acho que ele nem se deu conta disso, mas é o jeito dele.
O que importa é que foi bom pra caramba ele ter estado aqui... Vi esta flor e lembrei dele...

mardi 11 octobre 2005


Estava já com meu quimono japonês, pronta pra dormir... E comecei a pensar sobre fotos. Não suporto ser filmada, mas tenho descoberto um lado meio narcísico, que aflora às vezes, e que me faz tirar várias fotos com minha web camzinha...
Procuro ângulos, como se houvesse um completamente apropriado. Talvez pra eu me acostumar com meu próprio rosto. Não sei bem, acho que nunca me acostumei totalmente com ele. Preciso me convencer de que sou do jeito que sou. É algo meio estranho, porém fruto de muita investigação íntima pessoal. Vale a pena fazer isso.

lundi 10 octobre 2005



Sempre pensei no que Cristo sofreu por nós. Mas sempre O retrataram apenas com algumas gotinhas de sangue escorrendo de suas chagas, que mais pareciam picadinhas de insetos, e eu ficava me perguntando como Ele podia ter morrido devido a esses "sofrimentos"... Quando vi "A Paixão de Cristo", já estava mais amadurecida, já tinha lido bastantes coisas que elucidavam o fato de Jesus ter sido duramente flagelado, com tormentos que um ser humano comum não agüentaria. Aí então eu pude ver sintetizado tudo aquilo que eu sempre esperei que me mostrassem - não que eu ache que corresponda à verdade total, pois ainda fica muito aquém dos sofrimentos d'Ele, mas pelo menos, dá uma nova dimensão à imagem daquele Cristo despojado de tudo, tudo mesmo, de Si próprio, em nosso favor.
Ao mesmo tempo, penso no Cristo do Crucifixo de San Damiano, através do qual Jesus falou com São Francisco de Assis, mandando-o reconstruir a Sua Igreja, em que Ele aparece Vivo, ressuscitado, e tem uma série de simbologias cristológicas maravilhosas, que nos ajudam a perceber a dimensão do infinito amor de Deus por nós.



Você já provou?

"Na Universidade de Chicago "Divinity School", em cada ano eles têm o que chamam de "Dia Religioso". Nesse dia cada um deve trazer um prato de comida e há um picnic no gramado. Sempre, no "Dia Religioso", a escola convida uma das grandes mentes da literatura no meio educacional teológico.
Num ano eles convidaram o Dr. Paul Tillich. Dr. Tillich falou durante 2 horas e meia provando que a ressurreição de Jesus era falsa. Ele questionava estudiosos e livros e concluiu que, a partir do momento que não havia provas históricas da ressurreição, a tradição religiosa da igreja caía por terra, porque era baseada num relacionamento com um Jesus que havia ressurgido, mas, de fato, Ele nunca havia ressurgido literalmente dos mortos.
Quando concluiu sua teoria, ele perguntou se havia alguma pergunta.
Depois de uns 30 segundos, um senhor negro de cabelos brancos se levantou no fundo do auditório:
- Dr. Tillich, eu tenho uma pergunta. - ele disse enquanto todos os olhos se voltavam para ele. Ele colocou a mão na sua sacola, pegou uma maçã e começou a comer.
- Dr. Tillich... CRUNCH, MUNCH... Minha pergunta é uma questão muito simples....... CRUNCH, MUNCH... Eu nunca li tantos livros como o senhor leu....... CRUNCH, MUNCH... e também não posso recitar as Escrituras no original grego... CRUNCH, MUNCH... Eu não sei nada sobre Niebuhr e Heidegger...... CRUNCH, MUNCH....... e ele acabou de comer a maçã. Mas tudo o que eu gostaria de saber é: essa maçã que eu acabei de comer....... estava doce ou azeda?
Dr. Tillich parou por um momento e respondeu com todo o estilo de um estudioso:
- Eu não tenho possibilidades de responder essa questão, pois eu não provei a sua maçã.
O senhor de cabelos brancos jogou o que restou da maçã dentro do saco de papel, olhou para o Dr. Tillich e disse calmamente:
- O senhor também nunca provou do meu Jesus.
Mais de 1000 pessoas que estavam assistindo não puderam se conter. O auditório se ergueu em aplausos. Dr. Tillich agradeceu a platéia e rapidamente deixou o palco."
(Autor desconhecido)

Pois é, assim como o senhor de cabelos brancos, o "meu" Jesus é Aquele que está Vivo e Ressuscitado, presente na Sagrada Eucaristia, numa prova fantástica da Sua generosidade e do Seu amor para conosco, pois Ele não quis, nem quer, nos deixar sozinhos neste mundo! Mas só podemos "degustar" este Jesus pela fé. Sem ela, nada se pode fazer.

Este desenho, "Afro-bresiliénne", me faz pensar no quanto eu gostaria de conhecer de perto as raízes brasileiras lá, na África. Amo a África Mãe, suas cores, suas gentes, músicas... Quero muito um dia colocar tudo isso no papel...

Aspérule de l'Esquinancie... Muito lindinhas, né?
Estou aqui curtindo uma gripe alérgica, uma coisinha tão chaaaataaa... Mas aí eu olho essas florezinhas encantadoras, que nascem nos Alpes (obviamente, eu consigo essas imagens em sites, um dia pretendo ir lá, em agosto... a gosto de Deus!) e me sinto bem melhor, como se eu não estivesse aqui em casa, sentada diante deste monitor, fazendo um grande esforço para tornar o virtual um pouquinho real.

dimanche 9 octobre 2005


Estas são as "Petites coronilles", com o céu azul ao fundo. Acho lindo este contraste entre o amarelo e o azul de um dia ensolarado. Fico torcendo por dias assim! Não agüentava mais os dias cinzentos e chuvosos. Hoje fiquei tão feliz com o calor e o sol!!!!!!!! Coisas de quem já passou por momentos sombrios... Hoje em dia, para mim, sombras, só as que eu uso nos meus olhos!

Amo flores. Descobri esta "Oseille ronde", que são como flores, quando procurava imagens que pudesse usar no meu convite e nas lembranças dos meus 35 anos - completarei, com a graça de Deus, agora, em 31/10.
Fiquei horas navegando num site francês maravilhoso, , e encontrei flores e plantas incríveis, antes impensáveis pra mim!

samedi 8 octobre 2005


É, parece que deu certo... fico mais aliviada... por enquanto.
Inicialmente, quero dizer que não planejei nada disto. Entrei por obra do destino - detesto a palavra "acaso"... Agora, vamos ver como este blog se desenvolve, pois sei que sem mim ele não pode funcionar, mas de alguma forma, ele vai acabar assumindo uma característica própria, particular, ficando cheio de peculiaridades que não poderão ser encontradas facilmente por aí - creio eu. Este é o começo, e é como me senti ao iniciar meu namoro com o Marcelo, meu fofo: como se tivesse chegado num país estrangeiro. E agora? Como fazer pra me virar nesta terra estranha?

Estou aqui, quebrando a minha cabeça pra ver como esta coisa funciona. Eu já tive outros bloggs, mas há tanto tempo não pego nisso... Agora tanta coisa mudou...
Vamos ver... O que acontece...